GESD participa, pela segunda vez, da Meia Maratona de Curitiba 2020

Por Matheus Santana e João Vitor Gonçalves

A exemplo do que fizemos ano passado, no dia 09/02 as tropas escoteiras Titan e Senta a Pua, as Akelás das Alcateias Bagheera e Baloo e um dos mestres do Clã Pioneiro se reuniram para uma grande tarefa: animar e hidratar os corredores da meia maratona de Curitiba. No total, 28 pessoas do GESD participaram dessa atividade.

Nosso grupo de dividiu em dois pontos e o encontro ficou agendado para às 5h da manhã. A Titan se concentrou em frente à Unicuritba e ficou responsável pelo Posto 4 de hidratação (Rua Chile x R. Desembargador Westphallen) – ponto que coincidiu com a metade do percurso para aqueles que correram a meia maratona. Já a SAP se encontrou em frente à Clínica Veterinária Maestro e ficou responsável pelo Ponto 6 (Rua Guilherme Pugsley x R. Morretes).

Depois do lanchinho, nos preparamos para a chegada dos corredores. Nossa tarefa era simples (mas muito relevante): entregar os copinhos de água; garantir a limpeza do entorno, recolhendo o descarte dos atletas; e, possivelmente a mais importante, dar apoio moral para os corredores, animando-os a seguir com foco.

O que inicialmente parecia fácil, entregar a água, não foi tão simples assim. Recebemos, ao mesmo tempo, uma quantidade grande de atletas, que vinham correndo, com muita sede e desesperados por um copo de água. Somado a isso, com a velocidade e o desejo de não perder tempo, alguns copos acabaram caindo da nossa mão, explodindo no chão. Bem, podem imaginar que demos muitas risadas.

Foi uma atividade divertida! Uma grande oportunidade para divulgarmos o movimento escoteiro e ainda exercitarmos nosso compromisso de ajudar o próximo.

Sempre Alerta!

Escoteira do GESD faz campanha para ajudar a Sociedade Protetora dos Animais

por Izabella Güther Camati de Oliveira

As Insígnias de Envolvimento na Comunidade são uma forma de incentivar a participação comunitária ativa, contribuindo para a construção de uma sociedade justa, participativa e fraterna. É a parte do Programa Educativo que busca melhorar a consciência comunitária dos jovens.
Minha proposta para o projeto foi ajudar, de alguma forma, a Sociedade Protetora dos Animais (SPAC). De início, a ideia era uma arrecadação de dinheiro para a compra de rações para cães e gatos, mas por mudanças decretadas pela UEB o projeto sofreu algumas modificações. Sendo assim, a solução encontrada foi arrecadar tampinhas plásticas de qualquer embalagem. O projeto tomou início em 4 de maio de 2019, quando foi apresentado para todo o Grupo Escoteiro Santos Dumont.
Desde pequena eu sempre tive um enorme carinho por animais, então a primeira coisa que pensei quando decidi fazer a insígnia foi como eu encontraria um jeito de ajudar instituições carentes como a SPAC. Apenas algumas semanas depois, foi publicado no jornal uma matéria divulgando a mesma.
A Sociedade Protetora dos Animais é uma instituição muito carente que recolhe animais abandonados e lhes dá o melhor atendimento possível. São poucas as pessoas que a conhecem e contribuem com doações de ração, medicamento e materiais de limpeza.
O projeto se encerrou no dia 14 de setembro de 2019, tendo um total de 4 meses e 10 dias de duração.
A meta de tampinhas estipulada foi de 3.000 tampas, e arrecadamos por volta de 10.000!! Só tenho a agradecer todos os envolvidos no projeto. Sem vocês nada disso teria sido possível.
Para mim, esse projeto vai muito além de uma simples ajuda a uma instituição qualquer. Esse projeto representa mudança de vidas, tanto a minha, quanto a de quem recebeu as doações, sendo cães, gatos, ou voluntários.
Não existe nada mais gratificante do que ver o sorriso no rosto de quem recebeu as arrecadações.

• A SPAC continua precisando de doações e está aberta de segunda a sexta das 9h às 12h – 14h às 20h, sábados das 9h às 15h, domingos e feriados das 9h às 12h.

UEB convoca, e GESD apoia, campanha para desabrigados e desalojados de MG

Por Kaue Klingelfus Badia

O terceiro artigo da lei escoteira diz: “o escoteiro está sempre alerta para ajudar o próximo”. E foi justamente isso que fizemos após o chamamento da UEB Paraná (clique aqui para ler a notícia). As fortes chuvas do início do mês de fevereiro deixaram mais de 28 mil pessoas desalojadas em Minas Gerais. Mais de 4 mil ficaram sem suas casas.

Os escoteiros do Brasil ajudaram fortemente arrecadando alimentos, roupas e itens de limpeza para serem distribuídos aos afetados com as chuvas. A arrecadação do Paraná foi gigante pois muitos ajudaram. Ah, vale lembrar que as doações somaram pontos para os Jogos da Fraternidade, que vão acontecer no dia 24 de maio.

Tenho certeza de que todos os mineiros afetados deveriam estar precisando muito e ficaram super felizes em receber esses materiais. Para mim, que organizei uma campanha no meu prédio, junto com outros colegas que organizaram nos seus condomínios, foi uma boa oportunidade de praticar o escotismo, mas também de dar aquela esvaziada na casa tirando aquilo que já não usamos mais. Além do mais, foi importante para percebermos que outros precisam daquilo que temos em excesso.

GESD no JamCam 2020 – uma aventura inesquecível

O GESD participou com uma grande comitiva no JamCam 2020. Estivemos presentes com jovens nas tropas, com escotistas acompanhando os jovens e com muitos voluntários colaborando para o sucesso da maior atividade escoteira já feita no Brasil. E para contar como foi, vamos publicar três textos de quem esteve lá. Ah, não esqueça de clicar no link das fotos aqui! Como são muitas, não deu para publicar todas aqui. Boa leitura!

GESD no JAMCAM 2020 – um olhar dos jovens

Por Luana Pacheco Rodrigues da Cruz

JAMCAM! Um encontro de milhares de jovens, representantes de diferentes países, regiões, culturas, etnias e opiniões. Todos, porém, com um mesmo ideal: “deixar um mundo melhor para as próximas gerações”.

O 16º Jamboree Escoteiro Interamericano e 3º Camporee Escoteiro Interamericano ocorreu entre os dias 4 e 10 de janeiro. E não poderia existir lugar melhor para isso: uma das sete maravilhas do mundo, as Cataratas do Iguaçu e, junto com ela, a sua exuberante fauna e flora.

Só quem é escoteiro sabe as experiências e momentos vivenciados em uma semana de muitas aventuras e novos aprendizados. É inexplicável a felicidade de ter vivido esta experiência e cada um dos momentos como se fossem os últimos de nossas vidas. O calor, as noites mal dormidas, nada disso nos importou, já que a alegria e o espirito escoteiro foram maiores que qualquer dificuldade.

A criatividade escoteira também foi importante para que pudéssemos aproveitar ao máximo as atividades. O calor intenso foi amenizado com o simples uso do crachá que, em diversos momentos, se transformou em um ótimo leque. Está cansado? Qualquer canto foi utilizado para um cochilo rápido, o que garantiu que recuperássemos nossas energias para continuar as atividades… E assim conseguimos aproveitar mais os nossos dias, que passaram tão rápido, naquele templo sagrado.

Todas as atividades foram preparadas e pensadas com muito carinho para que pudéssemos, no dia a dia, nos tornarmos pessoas melhores.

As atividades noturnas, todas elas, foram incríveis e os momento de confraternização foram especiais. Sem dúvida serão lembradas para sempre.

De todo o aprendizado vivido e situações compartilhadas aprendemos que sempre teremos um amigo, um irmão escoteiro, por perto e com ele poderemos dividir nossos sorrisos ou nossas lágrimas.

Falando em amizade: muitas foram construídas no Jamcam. Qualquer lugar era lugar para conhecer alguém: na fila do banho, na fila das refeições, nas festas, nas confraternizações, nas atividades. O local realmente não importava, o que é realmente importante é que vamos lembrar com carinho de cada uma dessas pessoas, que trilharam conosco estes novos conhecimentos. Alguns vamos rever, já outros estão a milhares de quilômetros de distância, mas, como dizem, o que ficam são as memórias.

Então, ser escoteiro é muito mais do que ajudar as “velhinhas” a atravessar a rua ou vender biscoitos. Ser escoteiro é renascer a cada dia através de um novo aprendizado.

Ser escoteiro não tem explicação!

Só estando aqui dentro, para saber o que nós vivemos, o que nós sentimos.

É esperar o inesperado, e saber lidar com isso.

Ser escoteiro é força, é garra, é raça. Escotismo não se explica, se vive. Acima de tudo existe um laço chamado AMIZADE. Quem o possui é dono de uma riqueza sem fim….

GESD NO JAMCAM – um olhar dos voluntários

Por Tisa Kastrup, do Clube da Flor de Lis

Tic-tac, tic-tac. A contagem regressiva começa meses antes, às vezes até anos antes de um grande evento, seja ele nacional ou internacional. Jovens e adultos, novos no Movimento Escoteiro ou aqueles irmãos que já estão há décadas no ideal proposto por Sir Baden Powel, todos ficam ansiosos por um grande acampamento. E o JamCam Brasil 2020 não foi diferente.

O GESD participou com uma numerosa delegação de 54 jovens escoteiros e seniores, pioneiros, escotistas, coordenadores e equipe de serviço. Algumas inscrições foram feitas com mais de um ano de antecedência e planejamento é a palavra-chave para ir a um evento desse porte.

Como quase metade da delegação do GESD era composta por integrantes da equipe de serviço designados para as mais diversas funções, nosso ônibus partiu com três dias de antecedência a fim de nos deixar antes no campo. Enquanto isso, os jovens foram recebidos pelos irmãos do Grupo Escoteiro Guairacá em Foz do Iguaçu, para dois dias de passeios em sistema Ho-Ho (home hospitality) antes de seguirem ao JamCam. Foram os dois dias mais difíceis para administrar a ansiedade da garotada!

O tamanho e a organização do JamCam impressionam tanto quanto a variedade e a criatividade das atividades propostas nos módulos. Todos os jovens puderam participar de todos os módulos, em sistema de rodízio.

– Exploração da Natureza:

O cenário natural que motivou a escolha de Foz do Iguaçu para sediar o JamCam tornou-se figurinha carimbada em muitas selfies. Todos os participantes do evento, fossem jovens ou adultos voluntários em seu dia de folga (sim, ganhamos um dia de folga), tiveram oportunidade de conhecer esta maravilha da natureza: as Cataratas do Iguaçu. Os jovens partiam a pé do acampamento logo após o café da manhã, em curta jornada de 2 km pela mata e chácaras da região, até o Parque das Aves, refúgio de aves resgatadas do tráfico de animais silvestres e criadouro de espécies ameaçadas de extinção. Após a visita, embarcavam em ônibus fretados com guias turísticos locais e adentravam o Parque Nacional do Iguaçu, onde faziam a trilha panorâmica de 45 minutos pelas escadarias e passarelas das Cataratas. Na volta, relaxante parada para almoço (sanduíches, frutas, sucos e barras de cereal) e tchibum nas piscinas e toboáguas do Parque Thermas. Todos voltavam em ônibus ao final da tarde pois ninguém é de ferro.

– Energia:

Ofertando quase 50 atividades em terra, o módulo Energia ficava a 5 minutos do campo, para onde os jovens iam a pé, cruzando a Rodovia das Cataratas com a inestimável ajuda da Polícia Rodoviária Federal. Afinal, 1.500 jovens levam algum tempo para atravessar uma estrada e o bloqueio era imprescindível. Com o objetivo de motivar e desafiar as patrulhas, estas atividades criavam um ambiente estimulante, dentro de quatro tipos principais: jogos escoteiros tradicionais, atividades circenses, habilidades manuais e atividades de relacionamento. Com o sistema de entrega de chaves, as patrulhas escolhiam a atividade para qual desejavam ir. Arremesso de machadinha, cross scout, arqueria, fogo sueco, basquete na gangorra. Ao final, voltavam para escolher a próxima, conseguindo participar entre oito e 12 atividades num dia neste módulo, que tinha pausa para o almoço no Centro Escoteiro e terminava com um refrescante banho de caminhão pipa no fim da tarde, ótimo para tirar o excesso de lama!

– Splash:

Distante uns 20 km do Centro escoteiro, as calmas águas do Lago Itaipu ficaram vermelhas de tanto agito. Mais de 50 atividades desafiadoras à beira ou dentro da água foram oferecidas também pelo sistema de escolha de chaves, comandada pela Maderli e pelo Osmar Ponchirolli do GESD. Teve construção de embarcações, jogos aquáticos, boliche humano no sabão, corrida de botes e boias, cabo de guerra com água até a cintura e muita lama, que saía fácil nos mergulhos no lago. E dá-lhe protetor solar e chapéu para encarar o sol. Nas sombras do bosque próximo às margens, pausa para o almoço que era entregue também na forma de kit lanche, pois os jovens iam de ônibus de manhã e passavam o dia todo no ICLI – Iate Clube Lago de Itaipu, sob os atentos e cuidadosos olhares dos Bombeiros, da Marinha do Brasil e dos socorristas de plantão.

– Aldeia Interamericana de Desenvolvimento Sustentável:

As patrulhas participaram de atividades e oficinas dentro dos eixos temáticos: Ciência e Tecnologia, Arte e Cultura, Paz e Compreensão, Sustentabilidade e Saúde. O objetivo era propiciar aos jovens a descoberta das principais questões relacionadas ao desenvolvimento que o mundo enfrenta na atualidade, e assim compreender suas origens, consequências e o que a humanidade pode fazer para avançar. O foco principal foi dar aos participantes habilidades para atuar frente a essas questões em suas próprias comunidades. Educação financeira e empreendedorismo, tolerância religiosa, alimentação saudável e sem desperdícios, tecidos com cera de abelha, pontes sem pregos e sistemas de aquecimento de água via energia solar são amostras do que foi abordado na Aldeia, que ficava no entorno do Centro Escoteiro.

– Dia Interamericano:

As diferentes culturas dos 20 países presentes foram mostradas na Arena do Centro Escoteiro através de muita música, dança, folclore e comidas típicas. Cada país tinha seu estande e apresentava interativamente sua cultura. Os jovens puderam vivenciar a fundo o lema “diversidade que nos une” do JamCam durante a Feira das Nações. O estande do Brasil foi coordenado pelo GESD, através do Marcelo Margraf e da Isabela Oliveira. O Dia Interamericano terminou em uma grandiosa e animada festa, daquelas de sacudir o chão literalmente. Gostaria de ter mais informações e passar um relato mais detalhado sobre este dia, mas foi justamente a minha folga, que aproveitei relaxando por horas na piscina do Thermas, até enrugar a pele!

– Festa e diversão:

Além dos módulos, os jovens tiveram oportunidade de participar diariamente de Cerimônias e Atividades Noturnas (sim, teve muita festa no JamCam!) na arena central e também nos subcampos. Karaokê, folclore, dança, toda a criatividade era permitida, desde que o silêncio reinasse após as 23h já que escoteiro não dorme, escoteiro desmaia!

Já as Atividades Especiais, lideradas pela Larissa Terra do GESD, foram propostas para alegrar os momentos livres dos jovens desde a chegada aos subcampos. Sempre sobrava um tempinho entre o almoço e a saída do campo para um joguinho especial com a patrulha e os novos amigos.

– Comida e compras:

O refeitório fez o milagre de criar um “Madalosso” dentro de um acampamento, servindo diariamente mais de 24 mil refeições sempre de qualidade no café da manhã, almoço e jantar. Uma verdadeira maratona culinária que atendia inclusive celíacos, diabéticos, vegetarianos, veganos, alérgicos e intolerantes à lactose. Como o cardápio praticamente não variava, batia aquela vontade de se jogar numa guloseima. E bora encarar as filas na área comercial para gastar os trocados da carteira escoteira, valiosa contribuição da tecnologia na transformação de dinheiro virtual em potes de açaí, crepes e sorvetes reais. Isso sem contar na mega store de 1.000 m2 que a Loja Escoteira montou lá.

– Hospital:

Todos estamos sujeitos a imprevistos em atividades ao ar livre. Para todos eles, foi montado um hospital com 13 médicos, 6 dentistas, 30 enfermeiros, 40 socorristas (entre eles o Fábio do GESD), 3 ambulâncias de plantão (sendo uma delas UTI móvel) e 4 psicólogos no inovador Listening Ear, um canto para dar apoio emocional a quem precisava. Uma estrutura de fazer inveja a muito posto de saúde.

– Ahhh, mas já acabou?

Tudo isso culmina numa despedida pra lá de emocionada e emocionante. É um tal de chegar com o chapéu do Brasil e ir embora com o lenço do Peru, trocar um copo por um distintivo, levar um chaveiro e voltar com uma pulseira.

Vocês, pais que nos leem e nós, adultos voluntários, recebemos em agradecimento por tantas aventuras, novos amigos e muito conhecimento adquirido nestes dias inesquecíveis uma valiosa “paga” que vem em forma de sorrisos enlameados, abraços suados e lágrimas de felicidade, além de muita roupa suja pra lavar!

Prontos para começar a poupança para o próximo grande acampamento?

Minha Vida Escoteira

Por Helga Rozeira Zinher, do Clube da Flor de Lis

Estou no Movimento escoteiro desde os 17 anos, quando entrei já como assistente de alcateia. O JamCam Brasil 2020 foi o primeiro grande acampamento internacional da minha vida escoteira, embora tenha participado de algumas atividades regionais e distritais. E também da Conferência Interamericana, ocorrida em Curitiba em 1984 onde adultos do mundo todo participaram do encontro de planejamento do Movimento Escoteiro para as Américas.

Agora em 2020 tive a oportunidade, depois de 35 anos, de participar da minha 2.ª atividade internacional, o 16.º JAM 3.º CAM em Foz do Iguaçu. Foi uma experiência maravilhosa! Trabalhei na Equipe Internacional de Serviço na Aldeia Interamericana de Desenvolvimento Sustentável, onde participei da Oficina “Aproveitamento de Alimentos”. Lá os jovens aprenderam a fazer alguns alimentos salgados e doces, bem como sucos, usando ingredientes diferentes e aproveitando todo o alimento sem desperdício.

A oficina foi ministrada pela Pastoral da Criança, com a equipe das senhoras Regina, Karina, Leonilda e Sonia sob a coordenação da Marina. Foi um aprendizado incrível tanto com elas como com os irmãos escoteiros pois a convivência diária trouxe muito crescimento pessoal. As atividades transcorreram de maneira tranquila devido ao entrosamento da equipe da oficina e também pela brilhante atuação da coordenação local e geral das oficinas.

Também tive a oportunidade através deste evento de conhecer Foz do Iguaçu, o Parque das Aves, Thermas das Cataratas e as Cataratas, o que foi muito emocionante. Por fim, esta semana de atividade escoteira, conversas, baile, atividade na qual estive com irmãos escoteiros com quem tenho convivência direta, outros que revi e outros que conheci foi mais uma atividade incrível que deixou lembranças de cada momento.

E agradeço principalmente à Família Santos Dumont por poder participar deste movimento maravilhoso. Sempre Alerta!

Clã se aventura no Camapuã e Tucum

Por Sophia Anna D’Haese Roennfeldt

No dia 24 de novembro de 2019, o Clã Pioneiro Santos Dumont e alguns familiares se encontraram às 6h da manhã em frente ao grupo escoteiro. Na noite anterior discutíamos fervorosamente as possibilidades de realizar o ataque ao cume devido as condições climáticas: uma forte chuva persistia e desanimava nossos pioneiros. Mesmo assim, na manhã seguinte saímos por volta das 6:30 da manhã rumo à Chácara do Bolinha, em Campina Grande do Sul, local em que inicia a trilha. Na estrada pegamos uma leve garoa que teimava permanecer, mas que não foi capaz de nos desanimar. Chegamos ao pé do morro, por volta das 7:30 da manhã.

Começamos nossa caminhada, ainda sob chuva, em uma trilha de mata fechada. Após uns 5 minutos de caminhada cruzamos o rio pela primeira vez, a trilha estava bem molhada, por causa das chuvas dos dias anteriores, encontramos duas árvores enormes até que chegamos a uma bifurcação. A bifurcação, bem enlameada na ocasião,  divide o caminho em três trilhas: a da direita vai para o Cerro Verde, a do meio para o Ciririca, o morro mais difícil do Paraná, e a da esquerda, que foi a que seguimos, vai para o Camapuã e o Tucum.

A partir deste ponto, a trilha se tornou mais íngrime e escorregadia, até que ela se abriu e começamos a subir a parte final do morro e mais íngreme da trilha, a rampa do Camapuã. Após quase 3 horas de caminhada, chegamos ao cume do Camapuã, a 1.715m do nível do mar. Não apreciamos a prometida vista do Pico Paraná, pois o tempo estava nublado (um bom motivo para voltar!), comemos e descansamos apreciando o mar de nuvens à nossa frente.

Após uns 15 min, algumas pessoas decidiram seguir a trilha para o cume do Tucum enquanto os outros ficaram descansando no cume do Camapuã.  Iniciamos a trilha para o Tucum sem enxergar o nosso objetivo, por causa das nuvens. Descemos do Camapuã para um vale e logo começamos a subir de novo. A trilha estava muito escorregadia, chegamos ao cume do Tucum, a 1.719m do nível do mar, 30 minutos após a saida do Camapuã, lá eternizamos nossa visita, com a assinatura de nossos nomes no caderno. Já encharcados, começamos a descida, sempre acompanhados por uma enorme nuvem.

Depois de alguns escorregões voltamos ao Camapuã, reencontramos o restante do nosso grupo e, finalmente, o tempo um pouco mais aberto com a vista da represa ao fundo. Após algumas fotos, iniciamos a descida. Chegamos perto das 16h no pé do morro e voltamos para Curitiba, cansados, mas muito felizes e com sentimento de missão cumprida.

Esta aventura faz parte do meu projeto de insígnia que tem por objetivo estimular a atividade física e orientar participantes quanto aos cuidados a serem tomados ao aventurar-se morro acima. Ficaram animados e querem uma aventura similar? Contem comigo, afinal, meu lema é Servir!

 

Ramo Sênior fecha o Ciclo em alto estilo

Por Larissa Lopes Giuliani

A Tropa Sênior Pico Paraná não poderia fechar o seu ciclo de atividades de forma mais incrível: velejando por águas da Baía de Paranaguá!

A atividade foi sonhada por escotistas e por suas tropas e se tornou realidade nos dias 23 e 24 de novembro. Foi simplesmente INCRÍVEL! O destino: Paranaguá. Os envolvidos: seniores e guias do GESD e da tropa sênior do Grupo Escoteiro do Mar Ilha do Mel.

Nossos anfitriões, com muita paciência, nos ensinaram a velejar, remar e a andar de caiaque numa manhã de sábado de muita fraternidade escoteira. Nossa meta era velejar até a Ilha da Cotinga, porém, como a maré estava muito alta e a correnteza muito forte, paramos um pouco à frente da Ilha. Mas esse só foi o início da nossa diversão: voltamos para o ponto inicial e ficamos nos divertindo todos juntos em uma praia em frente à sede do Grupo Ilha do Mel, onde fizemos nosso almoço e continuamos praticando as técnicas de veleiro.

Nosso dia foi maravilhoso e nossa noite não seria diferente: a lamparada preparada por nossos escotistas, teve esquetes, danças, músicas e muitas risadas e definitivamente marcou o nosso = final de semana.

As tropas aprenderam muito nesse encontro, participamos de algo que nunca imaginamos que poderíamos realizar, fizemos amizades sinceras e criamos momentos que estarão marcados em nossos corações para sempre! Agradecemos à chefia por todo o esforço e diversão que nos proporcionaram nesse acampamento.

Acamgesd – aventura que reúne toda a Família Santos Dumont

Por Isabel Carreira Ribeiro Proença de Moraes (lobinha); Marianna Kmecick da Matta (escoteira); Letícia Ponchiroli (guia); Paola Andrea Jaeger dos Santos (pioneira); Alexandra Negri Michels (mãe); Priscila da Paz Vieira (escotista); Milena Budant  Perottoni (escotista)

O Acamgesd é o grande acampamento anual do Grupo Escoteiro Santos Dumont, no qual os jovens de todos os ramos, escotistas, Diretoria, CFL e pais se reúnem para vivenciar de maneira muito especial momentos únicos de fraternidade, aventuras e animação. Neste ano o Acamgesd teve mais de 230 participantes, e foi realizado nos dias 15, 16 e 17 de novembro, na chácara Paraíso, em Balsa Nova.

Primeiro dia, sexta-feira:

Logo após a abertura, com hasteamento das bandeiras e entregas especiais, teve a organização dos campos por ramo, com a seguinte estrutura: o ramo lobinho acantonou, ficaram em alojamento. Os ramos escoteiro, sênior e pioneiro, acamparam separadamente. Os pais e o CFL ficaram em alojamento separado dos lobinhos. A alimentação para todos foi no refeitório do local e preparada pelos proprietários do local – excelente momento para confraternização.

Após a organização das seções e do almoço, começaram as atividades. Os jovens foram divididos em patrulhões e passaram por diversas bases que tinham como tema as 7 Maravilhas do Mundo. As atividades foram bem dinâmicas e conseguiram abranger todos os ramos. Foram desafios que fizeram com que os jovens de diferentes ramos se conhecessem melhor e trabalhassem em equipe.

Os pais foram recepcionados pelo Clube Flor de Lis – CFL e com ajuda dos jovens do Clã realizaram várias atividades, jogos, brincadeiras, disputa entre equipes, etc. O primeiro desafio foi formar patrulhas, dar nomes e escolher um monitor. Depois os monitores foram convocados para receber instruções para concluir uma determinada tarefa e eles tinham que passar para a patrulha essa mesma explicação. Foi uma excelente atividade de integração para os pais, pois através dela percebeu-se o quanto os jovens são desafiados dentro do movimento escoteiro a exercitar liderança, cooperação, autonomia, espírito de equipe, entre outros. Foi também uma oportunidade de conhecer um pouquinho mais sobre o trabalho lindo que o CFL realiza junto ao movimento escoteiro, atuando no planejamento das atividades sempre preservando a segurança dos jovens.

À noite, uma programação especial: a Festa dos Super-heróis (o tema do acampamento!). Música, dança e até um concurso de fantasias, que foi o ponto alto deste dia. Não teve quem não se divertiu!

O concurso foi organizado pelos pioneiros, muito experientes nisso (já que anualmente realizam a tradicional “Festa à fantasia). O concurso teve presenças ilustres como Aquaman, Pantera Negra, Mulher Maravilha, Batman, até um Ninja participou!

E não faltou criatividade: as fantasias estavam bem elaboradas, inclusive algumas foram preparadas pelos próprios participantes! As duas vencedoras ganharam um prêmio especial: sabonetes e cremes muito cheirosos!

Com tantos heróis na pista, e nenhuma briga Marvel vs. DC, pode-se afirmar que a festa foi um sucesso!

Segundo dia, sábado:

O alvorada foi às 7 da manhã (haja força para sair das barracas e dos beliches!!!) e após o café da manhã, todos participaram da atividade espiritual: momento para reflexão sobre empatia e a importância do cuidado uns com os outros. Vários bilhetinhos de agradecimento e reforço da amizade emocionaram a todos.

Então, é dado o sinal de início de mais um dia de aventura, que teve destaque para o Toboágua, possivelmente a atividade mais querida desse Acamgrupo!

Pela manhã, lobinhos e o clã foram para o toboágua. Os pioneiros e pioneiras se divertiram escorregando com os lobinhos, e inclusive os ajudando a descer, em duplas.

Escoteiros e sêniores tiveram a mesma oportunidade, no período da tarde. Até alguns pais corajosos participaram da aventura. Foi, para todos, um momento de vencer medos, ousar e se divertir.

O restante da programação foi realizada por seções. O que cada um fez?

As alcateias seguiram para mais uma tarde de jogos e atividades onde um vilão viajou no tempo e modificou a vida de Baden-Powell e de Rudyard Kipling, fazendo com que o movimento escoteiro e as histórias da Jângal nunca fossem criadas. Os lobinhos percorreram 8 bases conquistando as joias do infinito/ Jangal para no final derrotar o vilão, salvando o escotismo e a Jângal. Além de muito aprendizado, os lobinhos se divertiram bastante!

As tropas escoteiras, realizaram um torneio de Caetebol e Polo de Super-Heróis, foi uma oportunidade de entrosamento das patrulhas das duas tropas e muita competição! Escoteiro que se preze não foge da água, nem da lama, por isso, as atividades da tarde foram divertidas, com o Campo Mimado (uma cama de gato de atolar até os joelhos), o Jogo do Kim na água e o Rugby de Heróis.

O ramo sênior fez uma atividade no lago utilizando balsas que eles construíram com bambu e boias, onde puderam se divertir e fortalecer os laços de amizade das patrulhas e da tropa.

Os pioneiros, obviamente, não ficaram de fora destas aventuras. O Clã que esteve envolvido na coordenação geral do Acamgesd teve, também, seus momentos de diversão: destaque foi o futebol de sabão, o jogo cheio de água e espuma que sempre gera muita diversão. Impossível esquecer do disputado jogo de caetebol com a sênior. O jogo com bastões e bolinhas animou pioneiros, sêniores e guias. Pena que empatou!

Os pais ficaram livres para acompanhar as atividades específicas dos seus filhos e no final da tarde se reuniram para preparar a esquete que foi apresentada no Fogo de Conselho.

Já é tradição: na última noite de um acampamento tem o Fogo de Conselho. Trata-se de um momento de reunião e confraternização ao redor do fogo para contar histórias, brincar, aprender, apresentar nossas esquetes, cantar e etc. Segundo Marianna da Matta, “nesse ano o Fogo foi lindo pois teve até a participação dos pais e todos ajudaram a derrotar o anti-escoteiro e espalhar o bem”.

Os lobinhos envolveram a todos em uma visita a um Museu diferente: à noite as estátuas ganhavam vida, e após uma delas ser roubada, ajudaram a encontrá-la!

Os escoteiros interpretaram uma grande competição entre Marvel e DC. A tropa Sênior relembrou que todos escoteiros somos super-heróis todos os dias, quando vivenciam a promessa escoteira. Os pioneiros apresentaram uma esquete que contou com a ajuda de cinco lobinhos, que receberam uma missão altamente secreta e que só pôde ser atendida por verdadeiros super-heróis: o poder da imaginação pode transformar realidades, inclusive as realidades escoteiras. E o que dizer da apresentação dos pais? Uma linda homenagem a todos os escotistas e jovens: o verdadeiro super-herói está dentro de nós. “Foi uma experiência muito legal, pois a apresentação dos pais foi muito animada e tenho certeza de que nossos filhos ficaram muito orgulhosos vendo a nossa participação”, afirma Alexandra Negri Michels.

Definitivamente, as esquetes são um dos pontos mais divertidos para todos envolvidos! E o mais emotivo? A canção da despedida! E poderíamos dizer que já estamos ansiosos pelo novo encontro, ao redor do fogo, no próximo Acamgesd.

Mas nosso dia apenas concluiu após os Jogos Noturnos!

A atividade dos lobinhos foi preparada pelos monitores e submonitores das tropas escoteiras: as alcateias foram muito eficientes ajudando os escoteiros a recuperar suas forças que haviam sido roubadas pelos magos – mas não foi simples: afinal, o desafio era localizar os magos na ordem correta, indicada por cores.

Já a atividade dos escoteiros e sêniores foi preparada pelos pioneiros. Uma looooonga aventura (o descanso só foi à 1 da manhã!!!) que exigiu trabalho em equipe, habilidades escoteiras e animação.

Terceiro e último dia, domingo:

O último dia de atividade começou muito animado: com uma zumba matinal conduzida pela mãe Claudia Vianna. Foi muito divertido e engraçado, pois as coordenações motoras (ou descoordenações) ficaram explícitas!

E a última atividade foi a Gincana da Família GESD. As equipes de heróis (Família Marvel, Os incríveis, Liga da Justiça, entre outros) foram convocados para um grande treinamento. Corrida kryptonita; Desafio dos ODS; Localizando os heróis perdidos e o Desafio Tetris foram algumas das provas enfrentadas pelos competidores. O resultado final? Heróis unidos transformam o mundo em um lugar melhor – isso é o que fazemos com o escotismo.

Mais um grande acampamento ficará registrado na história do nosso Grupo! Como disse Isabel de Moraes, “a expectativa era de coisas incríveis” e o que vivenciamos foi maravilhoso.

A experiência para os pais foi emocionante, “não basta apenas seguir as atividades, os pais devem estar envolvidos no cotidiano escoteiro do seu filho e acompanhar o seu desenvolvimento. Obrigada CFL por proporcionar essa oportunidade aos pais!”, compartilha Alexandra Negri Michels.

Paola dos Santos reforça, “como todas as seções, o Clã definitivamente não se decepcionou com o Acamgesd. Todos se divertiram, ninguém se machucou (gravemente), e o acampamento de grupo superou as expectativas.

Marianna da Matta complementa que o “Acamgesd é uma oportunidade para fazer novos amigos, de todos os ramos, que poderemos levar para a vida toda.”

O negócio, agora, é aguardar a próxima edição do Acamgesd em 2020!!!

Nasce a Tropa Escoteira Fênix

Por Ana Clara e Isabela

O Grupo Escoteiro Santos Dumont está em festa. A sua terceira tropa escoteira, a Tropa Fênix, nasceu no dia 09 de novembro de 2019 com a promessa dos primeiros seis escoteiros dela: Luciano, Samuel, Isabela, Laysa, Filipe e Ana Clara. A tropa será orientada pelos escotistas Leandro do Prado e Letícia Swolinski do Prado, e estará sediada na cidade de Reserva do Iguaçu. Na festa da abertura da tropa estavam presentes do Diretor-Presidente do GESD, Luis Alberto Gobbo de Oliveira, o Diretor Vice-Presidente Mariovani Cervi, o escotista Leonardo de Almeida Morgado, o Cholate, e o sênior Nikollas Cervi.

Todos nós conseguimos abrir uma tropa escoteira longe da sede do grupo. Enfrentamos dificuldades e passamos por felicidades e conseguimos nos manter unidos. Nós que fizemos a promessa queríamos dizer que estamos muito felizes por essa conquista de nossa vida escoteira.

Esse foi um dos dias mais felizes de nossas vidas.

Sempre Alerta!

Aventuras com meu grupo de amigos!

Por Camilla Kuribara (Águia); Laura Negri Michels (Gavião); Luis Henrique Rodrigues da Silva (Condor); Sophia H. V. Rodrigues (Falcão)

Dia 2 de novembro de 2019, sábado, foram realizadas atividades de patrulha da Tropa Titan do Grupo Escoteiro Santos Dumont. Estas atividades são organizadas pelas patrulhas e ocorrem, pelo menos, uma vez por mês. No mês de novembro as patrulhas fizeram muitas atividades divertidas e contaremos como foi cada uma!

A Patrulha Águia foi ao cinema no shopping Barigui assistir ao filme “Malévola”. A sessão começava às 13:50 por isso combinamos de nos encontrar vinte minutos antes, às 13:30. A chefe Pri nos acompanhou e fomos num total de nove pessoas. O filme foi muito legal! Comemos pipoca durante o filme e alguns doces, depois fomos comer um lanche na praça de alimentação do shopping, conversamos um pouco sobre o filme e sobre outras coisas também. A atividade em si foi muito divertida e pudemos aproveitar bastante!

A Patrulha Condor escolheu ir ao Parque Barigui “passar uma tarde sobre rodas”.

A Patrulha Falcão também foi ao Parque Barigui. A patrulha fez piquenique e aproveitamos para fazer alguns jogos, como “Aranha”.

A Patrulha Gavião se reuniu na casa do Will. A ideia inicial era assistir um filme, mas o dia estava tão lindo que resolvemos ir para a Praça 29 de Março, que fica logo ao lado da casa dele. As Chefes Cris e Fer nos acompanharam em todas as atividades e estavam sempre alertas para garantir nossa segurança. Lá, brincamos de várias coisas e depois fomos no parquinho. A atividade que eu mais gostei foi alerta porque demos muitas risadas e tinha bastante espaço para correr. No final da tarde, retornamos para a casa do Will e fomos recepcionados pela família dele com um lanche maravilhoso, só de lembrar do brownie me dá água na boca. Foi uma tarde incrível!!!

Como funcionam as atividades de patrulha? Para decidir o vamos fazer, se faz um conselho de patrulha no começo do ciclo para conversar e dar ideias. Avalia-se a necessidade de gastar dinheiro e o tipo de transporte, caso necessário, e assim nos organizamos para que tudo ocorra na data marcada. O importante é sempre considerar uma atividade em que todos possam participar.

Estas atividades são importantes para os jovens pois é uma forma de nos reunirmos no nosso “grupo de amigos”, como propõe o método escoteiro. Uma atividade para ser divertida deve ter: espírito escoteiro, a participação de todos e planejamento.

O movimento escoteiro consiste em motivar os jovens que o praticam a se tornarem pessoas melhores do que já são. As atividades deste ciclo já estão encerrando, porém, ano que vem estaremos de volta com novas aventuras.

Então se você não quer mais ficar de fora de toda essa diversão, procure no google o Grupo Escoteiro Santos Dumont, ou algum outro próximo à sua casa, e se inscreva!!

Esperamos por você!!

SEMPRE ALERTA!!

Tropa Titan sobe o Morro do Cal

 Por Matheus Santana Labre

No sábado dia 09/11 a Tropa Titan participou de uma grande aventura: a subida ao Morro do Cal. Concentramo-nos às 7h na sede para cada um se preparar com suas caronas.  Chegando ao local tivemos uma linda vista do pé do morro, com direito a foto! Após a abertura os jovens, escotistas e pais se prepararam para, finalmente, iniciarmos a subida.

A subida foi dividida por patrulha, acompanhada por um chefe e pelos pais de apoio. A subida, apesar de ter sido desafiadora, foi um bom momento para a confraternização entre os pais e os jovens. A recompensa: uma maravilhosa vista no topo do morro. Ficamos um tempo lá, se divertindo, comendo e o mais importante: incluindo e protegendo os escoteiros mais novos.

A descida foi tranquila e regressamos seguros à nossas casas. Eu achei que foi um belo momento de confraternização entre os chefes, pais e jovens (além, é claro, da linda vista de lá), todos se divertiram, tiveram ótimos momentos e enfrentaram desafios.

Sempre alerta!